Resultados 2009

Um ano com poucos canarios acabou demonstrando que o caminho a seguir ainda e longo, no clube fique com o terceiro lugar em eficiencia.

OS CANARIOS CLASSIFICADOS FORAM ;

VD MF NV ( 1 )

AZ PT ( 1 )
AZ PT D ( 1 )
VD PT NV ( 1 )
VD PT MS FM ( 1 )
VD PT MF IN ( 1 )

AS CZ PR ( 1 / 2 )
AS CZ IN ( 1 / 2 / 3 )
AS CZ NV ( 1 / 2 / 3 )

AS CZ VM MF MS FM ( 1)

TIVE VARIOS CANARIOS BONS MAS ANILHADOS POR TERCEIROS QUE TERIAM CHANCES DE COMPETIR
( VD PT IN / VD PT MF NV / AS CZ MS MC ) MAS FICA PARA O ANO QUE VEM.
ESTA TEMPORADA DEVO REFORÇAR A SERIES DE VD PT / AS CZ .

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# Posté le jeudi 23 juillet 2009 23:15

Propolis (Canarios)



Propolis






Na Fitoterapia (medicina natural) sabemos que na natureza uma resina que reveste alguns frutos como pinheiro cerejeira e tantas outras árvores são utilizadas pelas abelhas para elaborarem com as enzimas de suas secrecoes a propolis um antibiótico natural com múltiplas funcoes. A utilização da propolis vem de tempos remotos já era usada pelos faraós do Egito antigo no embalsamento de seus mortos no tratamento do aparelho respiratório, (gripes e turbeculoses ), infeccoes da pele, cicatrização de feridas entre outros usos.


Os efeitos benéficos foram demonstrados mais recentemente por pesquisadores de farmacos entre eles o francês Pierre Lavic (1960) que descobriu seus numerosos componentes deste medicamento natural.


Composição da propolis


50% resinas e bálsamo: ácidos uranicos, ácidos aromáticos, etc.
30% gorduras e vitaminas:ácidos graxos, óleos essenciais, vitaminas do grupo B, vitamina C, vitamina E;
10% de polifenóis: flavonóides (galangina);
5% sais minerais: cálcio,cobre,ferro,bário,cromio, etc.
5% Pólen.




Sendo que os ácidos orgânicos e o polifenóis, contidos na propolis que em conjunto desenvolvem uma tripla acao (antibacteriana - bacteriostática - bactericida) significando que impede a multiplicacao das bactérias como as elimina.




Alem de anti bacteriana a propolis pode ajudar os criadores de outra formas entre elas como antimicotico, devendo, ser usada no combate a Cândida e Microsporo, graças aos polifenois que bloqueiam o crecimento dos fungos e das bactérias, já os flavonóides (galangina) e a vitamina C tem acao imuno-estimulante estimulam a sintese dos anticorpos e melhoram o sistema imunológico das aves.


A propolis pode ser encontrada na farmácias ( de produtos fitoterápicos ) na forma diluída ou em lojas que vendem produtos naturais (pó).


Posologia (experimental)


Preventivo de doenças intestinais e respiratórias; 20 gotas por litro de água de beber no período que antecede o período de criação (15 dias consecutivos e mais 7 dias após o nascimento) na mesma dosagem.
Em casos de infeccoes 30 gotas por litro de beber durante um período de 20 dias suspender durante 10 dias e repetir por mais 10 dias.
Para doenças cutanias (fungos e feridas) pingar duas gotas três vezes ao dia.
Na manutenção pode ser adicionada na farinha-da sendo o ideal 10g por quilo.




Não existe referencia ao uso de propolis na papinha dos filhotes mas com certeza é menos agressivo ao filhote que os antibióticos actualmente usados.


A propolis pode ser usada em conjunto com outros antibióticos lembrando que neste caso devemos ter um especial cuidado com a utilização da propolis ela não poderá ser diluída em álcool, e ao termino do uso dos antibióticos deveremos utiliza-la por mais 10 dias em média.


A utilização indiscriminada de antibióticos tem criados bactérias cada vez mais resistentes isto tem acontecido com nós humanos como também com outros animais tornou-se comum em nosso meio a perda de vidas pela tal infecção generalizada ou infecção hospitalar alem do retorno de doenças como a tuberculose se em nosso cotidiano devemos rever o uso de medicamentos imaginem o dano do uso continuo em canários que são muito mais frágeis que nós, já existem bactérias resistentes a antibioticos que até pouco tempo eram de nosso uso comum por tanto devemos rever nosso manejo tratando caso a caso, ave a ave conforme a necessidade, o conjunto de boa agua, alimentação saudável e higiene são fundamentais para o sucesso de nossa criação bem como saber usar com moderação os medicamentos sejam eles naturais ou não.











Antibiótico natural isento de efeitos colaterais.

Texto de Mario di Natale.

Tradução Rafael I.Estrada Mejia, Regeria Rocha Gonçalves.

Resumo Newton E. Felicio.







# Posté le samedi 13 juin 2009 21:52

ÁCAROS DAS PENAS (ECTOPARASITOSE)

Ectoparasitoses em aves de gaiola

Ectoparasitoses aviárias são infestações de parasitas externos que colonizam as penas e a pele das aves, onde podemos encontrar desde piolhos, ácaros e carrapatos, até percevejos e moscas parasitando estas estruturas, se nutrindo das penas, descamações de pele e secreções, como também de sangue (hematófagos).
São parasitas que normalmente são de difícil detecção por serem extremamente pequenos para serem observados ao olho “nu” (ácaros), rápidos (piolhos) e esporádicos em seus hospedeiros (percevejos e moscas) ou por parasitarem aves somente em algumas fases da vida (carrapatos).
Os parasitas não-hematófagos não acarretam em nenhum tipo de doença específica, porém causam muito desconforto quando em grande infestação, o que indiretamente pode interferir na reprodução (por causa de estresse), interferirem num bom empenamento, ou ainda apresentar um mau aspecto físico, no caso das espécies que se nutrem de penas, o que costuma causar reprovação em campeonatos e concursos de beleza, como também na comercialização de exemplares de aves.
As espécies hematófagas, além de incomodar seus hospedeiros, podem causar anemia (quando em grande infestação), como também transmitir bactérias, vírus e parasitas sangüíneos para as aves através da picada.
Estes parasitadas em aves costumam parasitar as mesmas regiões do corpo, principalmente os locais que costumam apresentar uma temperatura mais agradável como região periférica aos olhos, narinas, bico e cloaca, por entre o pescoço, nuca, axila, virilha e uropígio, para assim melhor manter suas atividades fisiológicas.
Os piolhos costumam serem encontrados por quase todo o corpo das aves, tendo predileção principalmente para nuca, pescoço, axila e virilha, mas sempre observados entre as penas e a pele. Só são observados por cima das penas quando em alta infestação. Cada espécie de piolho costuma apresentar uma região específica de fixação, sendo que na maioria das espécies apresentam um hospedeiro específico, parasitando no máximo aves do mesmo gênero, em alguns casos da mesma família, ou seja, por exemplo, um piolho de pombo nunca parasita um canário, pode talvez parasitar uma outra espécie de pombo (que não a sua de preferência) ou acidentalmente uma rolinha. Em aves são encontrados apenas piolhos mastigadores, ou seja, que se alimentam de penas e estruturas da pele, não havendo nenhuma espécie hematófaga conhecida.
Ácaros externos em aves são uma presença constante em grandes criações de aves onde podemos encontrar espécies que parasitam a pele (Laminosioptes cysticola, Epidermoptes bilobatus e Rivoltasia bifurcata), canhão das penas (Syringophilus bipectinatus e Syringophilus columbae) e superfície das penas (Megninia spp., Analges spp., Dermoglyphus spp. e Falculifer rostratus). Causam muito desconforto em seus hospedeiros e podem causar infecções secundárias as suas lesões. É extremamente difícil de serem eliminados em um plantel grande de aves, sendo muito mais fácil previnir a entrada destes em uma criação.
Algumas espécies de carrapatos de mamíferos utilizam aves como hospedeiros em sua fase inicial de vida (estágio de ninfa), sendo comum observar em aves de porte grande como faisões, pavões e outras aves que apresentam grande parte de suas atividades no solo, podendo inclusive ser encontrados, em menor freqüência, em aves de pequeno porte, neste caso podendo ser até fatal em casos de grande infestação por causarem exanguinação. Existe duas espécies de carrapatos muito pequeno conhecido como “ácaro vermelho” (Dermanyssus gallinae) e “Piolhinho dos ninhos” (Ornithonyssus sylvarium e Ornithonyssus bursa) que parasitam várias espécies de aves, podendo parasitar o homem (causando uma dolorosa irritação cutânea), responsável por grandes prejuízos por óbito e por causar muito estresse nas aves. São verdadeiras pragas difíceis de serem exterminadas, mas não impossível de se obter o sucesso em sua eliminação.
Algumas espécies de mutucas (moscas hematófagas) e percevejos hematófagos podem parasitar casualmente aves com regiões da pele desnudas (sem penas) causando grande desconforto por sua picada dolorida e estresse, além de também poderem veicular doenças para as aves.
Como já comentado, a eliminação de ectoparasitas em grandes criações aviárias é extremamente difícil, pois exige-se de preferências um tratamento individualizado (ave por ave) e um grande controle ambiental, pois grande parte das criações são contaminadas por aves soltas, sejam por freqüentar o mesmo ambiente das aves cativas para alimentar-se ou por manter residência ou mesmo nidificar perifericamente ou nas mesmas instalações das criações.
Torna-se chave não permitir a entrada de pombos, pardais e outras aves de vida livre nas dependências das criações, impedir a fixação de residência destes, oferecer diretamente ou indiretamente alguma fonte de alimentação na criação.
Para tratamento de ectoparasitas é necessário muito cuidado, pois grande parte dos parasiticidas encontrados disponíveis no comércio são tóxicos para aves, muitas vezes além de eliminar o parasita, acaba-se eliminando as aves também. Para o uso tópico existem talcos específicos para aves, assim como também medicamentos líquidos aplicados de forma “poor-on”, que presentam muita eficiência no controle. Porém não se pode esquecer de desinfetar gaiolas, poleiros, comedouros, paredes, telhados e utensílios da criação com produtos específicos, pois muitos parasitas não ficam fixados diretamente em seus hospedeiros e utilizam o contato mecânico para infestar outras aves.
Torna-se importante também nunca realizar um tratamento com produtos químicos em aves sem a orientação de um médico veterinário especializado em medicina de aves e logicamente nunca manipular inseticidas sem os devidos cuidados, pois além de eliminar os parasitas e acidentalmente intoxicar as aves, você também pode se intoxicar.

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# Posté le dimanche 10 mai 2009 12:06